domingo, 13 de novembro de 2016

Marc Surer

Nascido em Arisdorf, na Suiça em 18/09/1951 Marc Surer começou a correr nos karts em 1972 mas para continuar a sua carreira teve que "emigrar" para a Alemanha em 1974 pois as corridas de automóveis são proibidas na Suiça desde 1955. 
No March/BMW de F2 foi campeão em 1979
Depois de fazer o normal percurso pela formula Vee, F3 e F2 na qual com o March/BMW foi vice campeão em 1978 e campeão em 1979, antes de chegar à tão almejada F1. Surer teve esse percurso
Teste com a ATS que não correu nada bem
facilitado porque em 1976 nos tempos da F3, Jochen Neerpasch o homem forte da BMW reparou no suiço e levou-o a integrar o BMW Junior Team. Em 1980 vem o tão
Regressou à F1 com a Ensign
desejado teste na F1

com a equipa ATS em Kyalami, mas correu muito mal pois Surer teve um despiste que resultou a fractura das duas pernas.
Depois de recuperar do acidente em 1981 assinou pela Ensign
Com a Theodore fez a época de 1982
cujo melhor resultado da época foi um 4º lugar no Brasil. No ano seguinte guiou pela Theodore para finalmente em 1983 assinar por duas
A Arrows foi onde esteve mais tempo
épocas com a Arrows.
Em  1985 a BMW que fornecia motores para a Brabham levou Marc Surer para a equipa, mas no ano seguinte voltava para a Arrows embora no meio da época de 1986 Surer abandona-se a equipa.
Com um Renault 5 turbo no Janner Rallye
Marc Surer sempre teve um gosto especial pelos rallies, modalidade que já em 1984 tinha tido uma experiência no Janner Rallye com o seu amigo Michel
1986 com o Ford RS 200 grupo B
Wyder a co-piloto num Renault 5 turbo. Desta vez Surer estava mesmo na disposição de fazer várias provas com um novíssimo Ford RS 200 de grupo B pelo que com o seu amigo Wyder novamente alinham no ADAC Hessen Rallye.
Foi isto que restou do Ford RS 200
Infelizmente a prova não vai acabar bem para a equipa, pois estes grupos B como mais tarde viemos a descobrir eram "monstros" prontos a cobrar o mais pequeno erro e Surer numa zona muito rápida e com o asfalto molhado
Um dos BMW que guiou o 320i grupo 5
perde o controle do Ford que saia para uma zona plana mas muito verdejante que fez o carro deslizar a grande velocidade até bater com a lateral direita (do co-piloto) numa árvore. Com a violência do embate o carro transformou-se
O capacete de Marc Surer 
numa bola de fogo e só a muito custo conseguiram retirar Surer com ferimentos muito graves, acabando por morrer o seu co-piloto.
Mais uma vez depois de recuperado a BMW manteve-o como piloto e em 1994 e 1995 ao
Marc Surer ... o comentador de F1
lado de Cecotto e Jo Winkelhock ganharam o Super German Touring Car.
Em 1996 Marc Surer arrumou de vez o seu capacete vermelho com duas riscas longitudinais brancas para passar a ser comentador alemão para a F1 da Sky Sport.

sábado, 12 de novembro de 2016

M SPORT

Esta é uma história de verdadeiro sucesso !!!
Malcolm Wilson piloto inglês de rallies, que sem ser um fora de
Malcolm no Rally de Portugal 1981
série, 
"despachava-se" relativamente bem chegando no seu inicio de carreira a integrar o célebre Rothmans Ford Rally Team nos tempos de Ari Vatanen. Mais tarde Wilson fundou a sua própria equipa de rallies a Malcolm
Este Ford de Wilson ficou bem conhecido
Wilson Motorsport que correu com carros da Ford no mundial e no campeonato Inglês de Rallies. Inicialmente a Malcolm Wilson Motorsport tinha as instalações ao lado da casa de Wilson em Cockermouth. Preparava e assistia também
Instalações iniciais em Dovenby Hall
carros para clientes.
Durante os anos oitenta a empresa cresceu tanto, sempre muito apoiada pela Ford, que em 1996 houve então a necessidade de criar
Dovenby Hall foi obrigada a aumentar 
a M Sport e mudar as instalações para Dovenby Hall perto de Cumbria, onde Malcolm Wilson compra essa propriedade histórica com 115 hectares.  Foi nessa altura que a M Sport passou a ser o representante oficial da Ford World Rally.

A nova fase em obras para ter uma pista de testes
Hoje em dia a M Sport é uma das mais importantes equipas no meio  desportivo e por outro lado um império no mundo dos negócios. Desportivamente além da equipa oficial no WRC a M Sport fornece a maioria dos
O patrão Malcolm fiscalizando as obras
privados nos rallies em R2, R5, RRC e WRC com os Ford Fiesta e também o "drive DMACK Fiesta Trophy". Na velocidade recentemente a M Sport entrou nos GT com um nome mítico, a Bentley
M Sport - Polónia
que através do modelo Continental corre em GT3. Para tudo isto a estrutura da M Sport foi crescendo estando neste momento num patamar que muitas marcas oficiais não
Dovenby Hall centro de motores
têm. Hoje em dia nas modernas instalações de Dovenby Hall trabalham cerca de 300 pessoas, com alguns portugueses bem influentes na equipa de rallies, e já não chega pois a M
Montagem de motores Fiesta
Sport teve que se expandir e em 2011 criou uma nova sucursal na Polónia, perto de Carcóvia onde funciona o projecto R2 e todos os Fiesta R5 para clientes e para o ERC.

Um Ford Fiesta personalizado pela M Sport
A M Sport além de toda a sua actividade desportiva, ainda tem uma linha de personalização para os carros do "dia a dia" da Ford, especialmente do Fiesta.
Em Dovenby Hall montagem de Fiestas WRC e RRC
É de certeza a equipa que mais "colorido" dá às listas de inscritos do WRC, pois além da equipa oficial Ford, outras equipas privadas com estruturas próprias ou assistidas pela M Sport alinham com os
O Bentley Continental GT3
Fiestas no WRC, RRC, R5 e R2, havendo escolha para todas as carteiras ou gostos.

Na velocidade onde vai começando a
"Boss" foi ver como estava a velocidade
marcar presença como candidato à vitória final de um campeonato, pois provas já vence, o imponente Bentley Continental foi uma aposta ganha num campo onde a M Sport (e Malcolm Wilson)
O Ford Fiesta WRC oficial
não tinha história. Claro que nada se faz sem uma boa equipa a acompanhar, mas o projecto da M Sport cabe todo inteirinho ao Malcolm Wilson que o sobe delinear e executar.


Malcolm Wilson ... o empresário
Tenho a convicção que o ano de 2017 no capitulo dos rallies vai ser um ano de grandes êxitos, isto a julgar pelo que se fala no momento (2016/11/12) da contratação de Sebastien Ogier para esta época. 

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Apenas ... dramático !!!

Este curto apontamento reporta à ultima edição das célebres 24 horas de Le Mans.
Deve ser a prova, também devido à sua duração, que mais casos tem para contar todos os anos.
No entanto este ano um dos casos mais ... dramático, nem sei se será bem esta a palavra certa,aconteceu com o Toyota  TS 050 Hybrid #5.
Os principais protagonistas da prova este ano eram os dois Toyota TS 050 Hybrid, os dois Porsche 919 Hybrid e os dois Audi R18 e-tron quattro e seguindo a lógica entre eles estaria o vencedor da edição de 2016 da 24 horas de Le Mans.
A prova que começou às 15 horas de sábado dia 18 de Junho, foi para surpresa de muitos dominada pelo Toyota #5 guiado por Anthony Davidson, Sebastien Buemi e Kazumi Nakajima. O dominio do Toyota foi de quase 24 horas, pois às 14.55 horas de domingo dia 19 quando entrava para a ultima volta a poucos metros da meta ... parou !!!
A Porsche depois de perder o seu carro principal logo no inicio era através do 919 de R. Dumas, M. Lieb e N. Jani que pressionava o Toyota mas sempre a um distancia de 1.30 / 2 minutos dando a ideia que Nakajima, que fazia o ultimo turno de condução do Toyota, controlava a distancia.
Mas voltando ao "apagão" do Toyota, depois de ter estado parado lá voltou a trabalhar arrastando-se pelos 13,650 kms que tem uma volta ao circuito, levando cerca de 12 minutos a fazer essa última volta.
Além de perder o primeiro lugar para a Porsche ainda perdeu para o outro Toyota #6 de Sarrazin, Conway e Kobayashi o 2º lugar conseguindo cortar a meta em 3º lugar. 
No entanto o regulamento especifico de Le Mans diz que a ultima volta tem que ser feita no máximo 6 minutos depois do vencedor ... pelo que o Toyota acabou desclassificado numa prova que dominou durante 23.55 horas e que apesar de tudo acabou em 3º lugar.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

... e tudo a VW levou !!!

Só não é totalmente uma saída em glória, porque não foi planificada para isso, mas sim por força da conjuntura que se criou com o escândalo da emissão de gases nos motores diesel do grupo VW que vai levar a indimnizações de milhões de dollares por todo o mundo.
2012 Ogier fez o mundial com Skoda Fábia S2000
Sediada em Hannover a VW Motorsport chefiada por Jost Capito e tendo na direção técnica Willy Rampf conseguiu em 4 anos de WRC conquistar outros tantos títulos de construtores e ganhar 43 rallies do WRC.
Ogier em 2012 a testar o Polo R WRC
E foi este o projecto apresentado para 2013
O ambicioso projecto do VW Polo R WRC começou em 2012, embora o primeiro grande acto de gestão tenha sido em Novembro de 2011 quando anunciaram o contrato por vários anos da dupla da Citroen Sebastien Ogier / Julien Ingrassia para fazer a época de 2012 do WRC não no Polo que não estava homologado mas com um Skoda Fábia S2000 para rodar toda
A época de 2013 abriu no Monte Carlo
a equipa no terreno. Ao mesmo tempo ia testando o Polo R na companhia de Andreas Mikkelsen e Kevin Abbring que fariam algumas provas extra com o Polo. Ainda no fim de 2012 foi  então apresentado o projecto VW Polo R WRC para 2013 assim como Jari-Matti Latvala / Mikka Anttila para acompanhar a dupla francesa.
2013 primeiros títulos para a equipa VW Motorsport
2014 Ogier bisa no título mundial
2013 seria o primeiro ano à séria da equipa. Iria a VW Motorsport finalmente  aplicar no terreno todos os ensinamentos tirados na época anterior. E de que maneira foi aplicado que deu logo o título mundial de pilotos a Ogier e o de construtores à VW e tendo Ogier/Julien ganho os rallies da Suécia, Portugal, México, Itália, França, Finlândia, Austrália, Catalunha e Gales enquanto Latvala/Mikka ganham na Grécia.
Latvala em 2014 já ganhou mais provas
O projecto Polo R WRC para 2015
2014 não foi igual porque o domínio da VW ainda foi maior, com mais vitórias mas mais repartidas entre os pilotos voltando a dar novo titulo a Ogier/Julien que ganharam Monte Carlo, México, Portugal, Itália, Polónia, Austrália, Catalunha e Gales sendo que os rallies da Suécia, Argentina, Finlândia e França fossem para Latvala/Mikka.
A fabulosa equipa da VW Motorsport - 2015
Ogier/Julien caminharam para o tri em 2015
2015 os Polo R WRC apresentaram uma nova decoração e novas alterações técnicas o que ainda os deixou mais longe da concorrência.
Assim começou o ano de 2016 com esta nova decoração
Ogier/Julien mais uma vez arrebatou o título, o terceiro consecutivo assim com a VW. A novidade foi da parte de Anders Mikkelson que já fazia o campeonato completo desde o ano passado, depois de algumas provas com o terceiro Polo em 2013, ter ganho este ano o Rallie da Catalunha, deixando a Latvala os rallies de Portugal, Finlândia e França tendo Ogier ganho Monte Carlo, Suécia, México, Itália, Polónia, Alemanha, Austrália e Gales.
2016 este foi um ano
Os "artistas" de 2016
no mínimo esquisito. Não pelos resultados onde a VW voltou a dominar conquistando mais uma vez o titulo de construtores e Ogier/Julien o de condutores (quando ainda falta disputar o Rallie da Austrália).
Jost Capito o cérebro deste projecto da VW
O ano ficou marcado pela saída do seu director de sempre Jost Capito a meio da época substituído por Sven Smeets e ainda pela apresentação do novo Polo feito segundo os novos regulamentos que vão entrar em vigor no ano de 2017. No entanto com a medida tomada hoje pelo grupo VW em abandonar o mundial de rallies ficará ... guardado no museu.
2016 o último ano do Polo R WRC
Desportivamente os três pilotos voltaram a ganhar no entanto foi o ano em que tiveram mais oposição por parte das equipas rivais.
Este era o futuro projecto testado para 2017 ...
Mikkelson voltou a ganhar uma prova desta vez a Polónia, ficando o rallie do México para Latvala. Ogier voltou a dominar ganhando os rallies de Monte Carlo, Suécia, Alemanha, Catalunha, França e Gales.
Como disse no inicio da crónica esta saída
... como iria ser?
abrupta da VW dos rallies, embora de certo modo se compreenda, deixa ficar no ar a dúvida de como seria 2017. Seria que com as novas normas e com  os novos carros  para todas as marcas, e ainda com a entrada da Toyota que se veio juntar à Citroen, Hyundai e Ford deixava em perspectiva um campeonato de 2017 mais equilibrado ... ou talvez não !!!



domingo, 30 de outubro de 2016

"Momentos de Glória"

Rallie de Portugal 1980

Hoje vamos recordar um "momento" que foi e ainda o é um dos grandes momentos dos rallies mundiais. Isto porque num rallie as diferenças de tempo nos troços cronometrados entre os pilotos top são de segundos, agora quando num troço de 42 km um piloto dá 4m40s ao seu colega de equipa ... é um momento !!!
Estamos a falar de Walter Rohrl acompanhado de Christian Geistdorfer no Fiat 131 Abarth e de Markku Alen com Ikka Kivimaki com o outro Fiat de fábrica, disputaram o Rallie de Portugal Vinho do Porto no ano de 1980 composto por 47 PEC num total de 673,50Km que se disputavam entre 4 e 9 de Março. 
Além dos dois pilotos da equipa Fiat que falámos e a que se juntou Bettega, havia ainda que contar com Darniche no Lancia Stratos, Fréquelin e Toivonen nos Talbot Lotus, Mikkola e Vatanen mos Ford Escort, Andersson e Therier nos Toyota Célica a novidade dos Mercedes 450 SLC de Waldegard e Carlsson, Kleint e Kullang no Opel Ascona 400,Eklund e Pond nos Triumph TR7 V8, os Datsun 160J de Salonen e Dawson além de todos os bons privados portugueses e estrangeiros.
Era uma "senhora" lista de inscritos, como infelizmente hoje já não se vê.
 Darniche dominou na fase de asfalto com o Stratos, depois Alén dividia as vitórias com Vatanen interronpidos aqui e ali por Rohrl e Toivonen mas com a consistência de Rohrl nos 2º e 3º lugares não foi de admirar que na 25 PEC-Cabreira saltasse para o 1º lugar do rallie. Era uma dura batalha com o colega de equipa Markku Alén sempre a poucos segundos, até que se chegou à PEC 33-Arganil de 42 kms.
O nevoeiro cobria toda a serra e Rohrl já tinha nos treinos previsto essa hipótese pelo que treinou essa PEC com redobrado trabalho pelo que na hora da verdade Walter Rohrl fez melhor que o 2º classificado na PEC, que foi o seu colega Alén, qualquer coisa como 4m40s foi um escândalo !!! Ainda hoje há pessoas a desconfiar desse tempo, mas só quem não conheceu o "sacristão" (Rohrl) com a sua frieza o seu método de preparar as provas e limpeza na condução pode duvidar disso.
Rohrl acabou por ganhar o rallie com 14m19s de vantagem sobre Markku Alén e o 3º lugar acabaria na posse de Guy Fréquelin / Jean Todt no Talbot Sumbeam Lotus a mais de 30 minutos.
Foram dois pilotos dos melhores de todos os tempos mas ... aqueles 4m40s ainda hoje devem ser um tormento no homem do "maximum ataque"

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

"Momentos de Glória"

Grande Prémio do Mónaco 1996

Foi um fim de semana fora do normal este em que ocorreu o GP de 1996, e tudo por causa da instabilidade climatérica. Períodos de chuva que alternavam com longos tempos sem chover mas sempre encoberto deram a primeira, e única, vitória de Olivier Panis na F1.
Logo nos treinos cronometrados de sábado debaixo de chuva a "roleta" dos tempos ia alterando à medida que os treinos iam chegando ao fim isto porque começaram com a pista muito molhada e a mesma ia secando à medida que o tempo passava. A luta foi entre o Ferrari de Shumacher e o Williams de Damon Hill, acabando o alemão por fazer a pole na última volta.
 A corrida começou com a pista molhada e Hill surpreendeu Shumacher no arranque saltando para o primeiro lugar. As condições da pista eram tão más que ainda não tinha acabado a primeira volta e já cinco pilotos tinham desistido, entre eles Shumacher e Barrichello pelo que Hill comandava seguido de Alesi e Berger. Com a pista a secar o primeiro a tentar montar slicks foi Berger, mas a sua ida ás boxes acabou em desistência pois a caixa de velocidades do Benetton bloqueou. 
Foi o irlandês da Ferrari Eddie Irvine que ficou com o 3º lugar logo seguido de Frentzen, Coulthard e Villeneuve. Agora que a pista estava completamente seca a mudança de pneus era "obrigatória" e Hill entra para uma troca de pneus o que deixa Alesi no comando.
Alesi demorou um pouco a tomar essa decisão ao ponto de quando decidiu entrar na box já tinha sido ultrapassado por Hill que estava com um andamento diabólico. O "nosso homem de hoje" Olivier Panis já se encontrava em 4º atrás de Irvine e depois de muita luta consegue passar o irlandês a assumir o 3º lugar atrás de Hill e Alesi. A onda de desistências continua e o lider na volta 40º parte o motor do Williams e deixa na luta pela vitória Alesi e ... Panis. Nesta altura já só havia 10 carros em prova e Alesi tinha que fazer uma última paragem para trocar pneus e para isso contava com um avanço mais que suficiente para voltar no comando.

No entanto uma má troca de pneus fez o francês cair para o 7º lugar entregando assim de mão beijada o 1º lugar ao seu compatriota.
A classificação está assim ordenada Panis a 3 segundos vêm Coulthard seguido de Herbert.
Como tinha começado a cair uns pingos não muito fortes mas o suficiente para deixar a pista muito traiçoeira. O fim do GP estava mais próximo por se esgotar as 2 horas limites de duração, e não o numero de voltas estipulados.

Irvine num despiste consegue arrastar com ele os finlandeses Mika Salo (Tyrrel) e Mika Hakkinen (McLaren) deixando então apenas 4 carros em prova !!!
Assim ao fim das 2 horas é dada a bandeirada a Olivier Panis e o seu Ligier JS43 azul da Gauloise seguido de David Coulthard no McLaren/Mercedes e dos dois Sauber/Ford de Herbert e Frentzen.